A plataforma
Sobre a ENTRA
Um marketplace de ingressos com a gestão do evento junto — do primeiro anúncio à entrada na porta.
O que a gente faz
A ENTRA junta duas coisas que normalmente moram em lugares separados: a vitrine onde alguém descobre um evento e compra o ingresso, e o painel onde quem produz esse evento monta a venda, acompanha o dinheiro e valida a entrada.
Não somos uma bilheteria que revende o ingresso de terceiros. Quem publica o evento é o produtor, com a conta dele, o preço dele e o estoque dele — a plataforma cobra uma taxa sobre a venda e cuida de tudo o que acontece entre o clique e a catraca.
Para quem compra
O ingresso sai no mesmo instante em que o pagamento é confirmado, com QR Code, em Meus ingressos. Não há espera por e-mail nem código digitado à mão na porta.
A confirmação nunca vem da tela. Quem diz que o pagamento entrou é o provedor, por uma notificação assinada que o servidor confere — é por isso que fechar a aba no meio do checkout não perde a compra, e por isso um "pago" na tela não vira ingresso se o dinheiro não entrou de verdade.
Reembolso, cancelamento e prazos estão na Política de compra e reembolso.
Para quem produz
Um evento se cria em cinco etapas e nasce como rascunho: ele só vai ao ar quando você responde que sim, depois de ver o resumo. Nada é publicado por você ter chegado ao fim de um formulário.
Dá para vender uma data única ou uma temporada — a mesma peça em várias datas, cada apresentação com o próprio estoque e o próprio preço. Cada dia tem os horários dele: quinta às 20h e sábado às 16h e 20h convivem no mesmo cartaz.
Na porta, a portaria lê o QR Code pela câmera do celular e funciona sem internet — a validação sincroniza quando o sinal volta. Um ingresso já usado é recusado na hora.
Como o dinheiro é tratado
Toda movimentação é um lançamento individual e imutável: venda, taxa, comissão, reembolso, estorno e repasse. O saldo não é um número guardado numa coluna — ele é a soma desses lançamentos, e é por isso que ele sempre bate com o extrato.
A plataforma não armazena dado de cartão. A tokenização acontece no ambiente do provedor de pagamento, em outra origem, e o que volta para cá é um identificador — nunca o número.
Um produtor não enxerga o outro
O isolamento entre produtores é garantido no banco de dados, e não apenas na tela. Cada consulta carrega a identidade de quem pergunta, e o próprio Postgres recusa devolver a linha de outro produtor — esconder um botão não é controle de segurança, e aqui ele nunca foi o mecanismo.